julho 2020 China passa a pedir ‘passaporte sanitário’ a visitantes

A Administração de Aviação Civil da China anunciou que passageiros que quiserem entrar no país deverão apresentar, no máximo cinco dias antes da viagem, um teste com resultado negativo para covid-19 em alguma instalação reconhecida pelo governo chinês.

O objetivo é evitar novos casos da doença nessa retomada do setor aéreo, já que, em junho, as autoridades chinesas aumentaram a lista de companhias aéreas estrangeiras autorizadas a operar no país. Diversas empresas foram proibidas de efetuar voos para o território chinês depois que passageiros testaram positivo ao desembarcar.

Estratégias variadas no controle sanitário mundial

A atitude chinesa soma-se à de outros países que também estão exigindo testes negativos de covid-19 para permitir a entrada em seus territórios, como os casos do Uruguai, países do Caribe, Áustria e Eslováquia.

Já outros, como Estados Unidos e Reino Unido, exigem apenas um período de quarentena, logo que o passageiro chega no país. No caso americano, porém, há uma lista de países de origem proibidos.

Já países como Espanha e Alemanha permitem a entrada apenas de nacionais, de estrangeiros residentes na União Europeia e de uma seleta lista de países fora do bloco.

E há ainda os mais restritivos, limitando a entrada a nacionais e estrangeiros residentes (ou com familiares no território). Nesse caso encontram-se Austrália, Chile, Argentina, Cuba e o Brasil. Pela Portaria 340, o Brasil apenas permite a entrada de estrangeiros não residentes se for comprovada a relação familiar direta (pai, tutor, cônjuge ou união estável) com residente no país.

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