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Satisfação do passageiro Infraestrutura
Sobre a ANEAA

O Brasil empreendeu nos últimos anos profundas mudanças que conduziram o sistema aeroportuário a um novo tempo. Graças ao novo modelo de concessões, criado para dar resposta aos megaeventos realizados no País entre 2014 e 2016 e ao formidável aumento da demanda por viagens aéreas, foram construídos novos terminais e aeroportos que já são referência na América Latina.

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Airport News
Associados à ANEAA preparam aeroporto do ‘novo normal’

Aos poucos, o movimento de passageiros vai aumentando nos aeroportos brasileiros trazendo a esperança de que começam uma retomada lenda e gradual tentando deixar para trás os piores momentos vividos pelo setor aéreo mundial em toda a sua história. Ao completar sete anos, a ANEAA tem atuado intensamente nos últimos meses não apenas para ajudar as concessionárias a atravessar esse gigantesco desafio em termos de queda na movimentação, mas também no sentido de, nesse ensaio de retomada, alinhar iniciativas que preparam seus associados para o “novo normal” do setor aeroportuário e resgatam a confiança dos viajantes.

Os aeroportos associados a ANEAA estão adotando diversos procedimentos de segurança sanitária, seguindo recomendações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Ministério da Saúde e de órgãos internacionais de saúde (como a Organização Mundial de Saúde – OMS) e do setor de aviação, como a ACI – Airports Council International.
As medidas vão desde soluções simples, como adesivos para marcar o distanciamento seguro em locais de formação de fila e disponibilização de dispensers de álcool gel, até o uso de alta tecnologia com câmeras capazes de medir a temperatura dos passageiros e até checar se estão usando máscaras.

Exército ajuda higienização de BH Airport

O Aeroporto de Confins (MG) contou com a ajuda do Exército para capacitar uma equipe que está atuando na descontaminação e higienização de áreas de grande circulação. Além disso, também aumentou a frequência de limpeza e desinfecção das áreas comuns de todo o aeroporto, especialmente dos banheiros.
Para circular no terminal é preciso usar máscara. Dispensers de álcool gel estão espalhados por todo o aeroporto e barreiras de proteção foram instaladas nos locais de atendimento a usuários. Adesivos informativos para piso, assentos, banheiros e elevadores e uma campanha de comunicação reforçam a mensagem sobre a necessidade de higienização das mãos, distanciamento, isolamento de assentos, uso de máscara e outras atitudes.

Inframerica usa equipamento que detecta máscaras

No Aeroporto de Brasília, os passageiros embarcando em voos domésticos passam por um equipamento termográfico que mede a temperatura da pele e processa informações de até 30 pessoas simultaneamente. Além da temperatura, o sistema é capaz de detectar o uso de máscaras de proteção, mostrando as informações em uma tela instalada no local.
O uso de máscaras é obrigatório em todo o terminal, tanto por passageiros como por funcionários. Por conta disso, a Inframerica distribuiu aos seus colaboradores um kit-prevenção, com duas máscaras personalizadas e um frasco de álcool gel para ser levado no bolso. Recomendou ainda o uso de protetores faciais para todos os lojistas e empresas prestadoras de serviço do aeroporto.
Balcões de check-in e dos portões de embarque receberam proteção de acrílico para garantir o isolamento entre passageiros e funcionários. Elevadores, escadas rolantes e espaços de filas, como as de check-in, portões de embarque, pontes de embarque e raio-x, ganharam adesivos que marcam a distância entre as pessoas. Os assentos, mesas e cadeiras também foram isoladas para manter o afastamento necessário. Dispensers de álcool gel estão espalhados por diversos pontos do terminal e em todas as áreas administrativas. A reposição de sabão nos banheiros também foi intensificada e a limpeza de várias partes do aeroporto é realizada com o mesmo produto empregado na higienização de UTIs hospitalares.

RIOgaleão intensifica limpeza das instalações

Desde o início da pandemia, o aeroporto implementou plano de enfrentamento à covid-19, com ações de treinamento e prevenção que envolveram a comunidade aeroportuária, empresas de serviços auxiliares ao transporte aéreo e demais prestadores de serviços. Com a retomada da movimentação no terminal, a concessionária colocou em prática medidas para garantir a segurança de todos.
Entre elas, iniciativas que garantem o distanciamento entre passageiros e funcionários no terminal e a intensificação das ações de limpeza e desinfecção das instalações do aeroporto. A concessionária também demarcou espaços para os passageiros aguardarem com distanciamento na esteira de bagagens e criou espaçamentos nas filas dos transportes que deixam o terminal.

GRU Airport adota câmeras ultrassensíveis

O Aeroporto Internacional de São Paulo está adotando câmeras térmicas com uma tecnologia que permite uma precisão de 0,3°C na indicação de temperatura de passageiros, funcionários e prestadores de serviço do terminal. Se alguém for identificado com temperatura superior a 37,8°C será direcionado ao posto médico do aeroporto para receber atendimento e instruções.
Com funcionamento ininterrupto durante todos os dias da semana e usando inteligência artificial, as câmeras podem medir a temperatura de até cinco mil passageiros em apenas 30 minutos, um processo que levaria cinco horas pelos métodos convencionais. Elas estão instaladas no portão de embarque do Terminal 2, que concentra 90% do fluxo de voos e passageiros de todo o aeroporto, e são controladas por agentes de GRU Airport, que acompanham toda a operação e podem calibrar o equipamento a qualquer momento e em tempo real.
No Terminal 3, que responde por 10% das operações do aeroporto, os passageiros têm a temperatura corporal medida por paramédicos contratados por GRU Airport, no portão de embarque.

Viracopos tem desinfecção três vezes por dia

O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), está trabalhando com um protocolo de desinfecção especial regular de todo o terminal de passageiros e de ônibus utilizados no deslocamento até as aeronaves. A iniciativa dura cerca de três horas, ocorre pelo menos três vezes ao dia e vale também para carrinhos de bagagem.
Com esta nova ação de desinfecção especial, o protocolo rígido estabelecido no aeroporto contempla, até agora, 33 medidas que elevam o grau de segurança do aeroporto.
Foram instalados 130 suportes de álcool em gel nos terminais, estacionamentos e áreas administrativas e os assentos possuem agora espaçamento para proporcionar maior distanciamento entre as pessoas.

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China passa a pedir ‘passaporte sanitário’ a visitantes

A Administração de Aviação Civil da China anunciou que passageiros que quiserem entrar no país deverão apresentar, no máximo cinco dias antes da viagem, um teste com resultado negativo para covid-19 em alguma instalação reconhecida pelo governo chinês.

O objetivo é evitar novos casos da doença nessa retomada do setor aéreo, já que, em junho, as autoridades chinesas aumentaram a lista de companhias aéreas estrangeiras autorizadas a operar no país. Diversas empresas foram proibidas de efetuar voos para o território chinês depois que passageiros testaram positivo ao desembarcar.

Estratégias variadas no controle sanitário mundial

A atitude chinesa soma-se à de outros países que também estão exigindo testes negativos de covid-19 para permitir a entrada em seus territórios, como os casos do Uruguai, países do Caribe, Áustria e Eslováquia.

Já outros, como Estados Unidos e Reino Unido, exigem apenas um período de quarentena, logo que o passageiro chega no país. No caso americano, porém, há uma lista de países de origem proibidos.

Já países como Espanha e Alemanha permitem a entrada apenas de nacionais, de estrangeiros residentes na União Europeia e de uma seleta lista de países fora do bloco.

E há ainda os mais restritivos, limitando a entrada a nacionais e estrangeiros residentes (ou com familiares no território). Nesse caso encontram-se Austrália, Chile, Argentina, Cuba e o Brasil. Pela Portaria 340, o Brasil apenas permite a entrada de estrangeiros não residentes se for comprovada a relação familiar direta (pai, tutor, cônjuge ou união estável) com residente no país.

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Passageiros entram na luta contra o vírus, diz pesquisa da IATA

Pelo mundo afora, os aeroportos também vão adotando medidas para retomar as atividades e, segundo uma pesquisa da International Air Transport Association (IATA), eles podem contar com a ajuda dos próprios passageiros. A IATA Covid-19 Passenger Survey, pesquisa feita pela entidade, foi realizada na primeira semana de junho, em 11 países  (Austrália, Canadá, Chile, França, Alemanha, Índia, Japão, Singapura, UAE, Reino Unido e EUA), para ajudar o setor aéreo a entender e responder às principais preocupações dos passageiros em relação à covid-19.

De acordo com os resultados, boa parte deles está disposta a exercer algum papel na tarefa de tornar as viagens aéreas mais seguras: 43% disseram que pretendem se submeter à checagem de temperatura; 42% são favoráveis ao uso de máscaras; 40% preferem fazer o check-in online para evitar interações no aeroporto; 39% afirmam estar dispostos a fazer testes para covid-19 antes da viagem, e 38% dizem que higienizariam seus próprios assentos no terminal.

A pesquisa mostra ainda que 77% dos entrevistados passaram a lavar as mãos com mais frequência, 71% estão evitando reuniões com muitos participantes e 67% usam máscaras em ambientes públicos. A sondagem revela que 58% estão evitando viagens de avião, enquanto 33% dão indicativos de que vão continuar evitando no futuro para reduzir o risco de contágio.

As maiores preocupações dos entrevistados em relação aos aeroportos são:

  1. Estar em um ônibus ou trem lotado no transporte até a aeronave (59%)
  2. Enfrentar filas no check-in e nas áreas de segurança, controle de imigração e embarque (42%)
  3. Usar os banheiros do aeroporto e dos restaurantes do terminal (38%)
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Heathrow usa UV para matar coronavírus

Em Londres, o Aeroporto de Heathrow resolveu apostar na tecnologia ultravioleta (UV) contra a covid-19. Um processo de limpeza contínuo com essa técnica está sendo usado nos corrimãos e nos degraus das escadas rolantes, que são limpas enquanto se movimentam.

Mas a ‘estrela’ dessa nova fase é um robô de limpeza que utiliza raios UV para matar vírus e bactérias de forma rápida e eficiente. O robô percorre os ambientes automaticamente, à noite, quando o movimento é menor.

Além disso, o aeroporto também está usando materiais antivirais de proteção duradoura que revestem bandejas de segurança, botões de elevador, carrinhos de bagagem e maçanetas de portas.

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