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O Brasil empreendeu nos últimos anos profundas mudanças que conduziram o sistema aeroportuário a um novo tempo. Graças ao novo modelo de concessões, criado para dar resposta aos megaeventos realizados no País entre 2014 e 2016 e ao formidável aumento da demanda por viagens aéreas, foram construídos novos terminais e aeroportos que já são referência na América Latina.

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Airport News
Ministério da Infraestrutura lança pacote de ajuda ao setor aéreo

O Ministério da Infraestrutura anunciou medidas para aliviar os reflexos da crise deflagrada pelo avanço do coronavírus nas operadoras privadas de aeroportos e nas companhias aéreas. No caso dos aeroportos, haverá postergação do recolhimento das tarifas de navegação aérea e adiamento da cobrança de outorga das concessionárias de aeroportos sem incidência de multa.

Por meio da MP 925, o governo está concedendo diferimento para pagamento. O cronograma para 2020 das contribuições fixas e variáveis nos contratos terá possibilidade de quitação até o dia 18 de dezembro, sem impacto no ano fiscal. Já em relação às tarifas de navegação aérea, o Comando da Aeronáutica postergou os vencimentos de março, abril, maio e junho para setembro, outubro, novembro e dezembro.

Além dessas medidas, o governo também já disponibiliza linhas de financiamento de capital de giro para as operadoras, que podem ser concedidas pelo Banco do Brasil, Caixa e BNDES.

O ministro de Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, destacou que a aviação está ente os setores mais impactados pela crise, com cerca de 85% dos voos internacionais e 50% dos voos domésticos já cancelados. Ele frisou, no entanto, que as medidas tomadas para conter o avanço do vírus precisam ser cuidadosas e considerar a logística, pois os aeroportos são ponto de chegada de bens de primeira necessidade, como medicamentos, por exemplo. “É um esforço de guerra e a logística vai ser fundamental”, disse Tarcísio

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Hong Kong anuncia pacote de ajuda a aeroportos

Em Hong Kong, com o apoio do governo, a Autoridade Aeroportuária local lançou um pacote de ajuda no valor de cerca de R$ 650 milhões para a indústria aeroportuária, a fim de apoiar o setor em meio ao surto de COVID-19.

O pacote consiste em uma renúncia por parte do governo de mais de R$ 400 milhões em encargos de Controle de Tráfego Aéreo referentes ao ano 2019/20, além de uma soma de cerca de R$ 200 milhões da Autoridade Aeroportuária. O período das medidas vai de fevereiro a junho de 2020, tendo como alvo a indústria da aviação, funcionários do aeroporto e locatários e restaurantes de varejo dos terminais.

Entre outras medidas de alívio, as companhias aéreas recebem uma isenção total por cinco meses das taxas de estacionamento e das pontes de embarque para aeronaves de passageiros ociosas e, por quatro meses, uma redução de 40% nas taxas de aterrissagem de aeronaves de passageiros, além de isenção total de taxas de licença de balcão de serviço comercial e de serviço no terminal.

Há ainda descontos no aluguel de escritórios e salas, nas tarifas de terminal e nas franquias para serviços de apoio à aviação. Cerca de R$ 30 milhões são dedicados a subsidiar o treinamento dos funcionários do aeroporto que estão sem licença remunerada, de modo a incentivá-los a melhorar as competências e habilidades.

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Senado dos EUA se compromete a ajudar aeroportos com US$ 10 bi

O Senado dos EUA se comprometeu a ajudar os aeroportos do país com US$ 10 bilhões, em função dos impactos da Covid-19 sobre o setor aéreo. Este valor, inserido no pacote de apoio de US$ 2 trilhões à economia americana, cobre parte das perdas dos aeroportos com a brusca redução das viagens de avião em território americano, estimadas até aqui em US$ 14 bilhões.

Em resposta à sinalização do Legislativo americano, o CEO da ACI América do Norte (ACI-NA), Kevin M. Burke, disse que “toda a indústria aeroportuária está extremamente grata que o Congresso e o governo Trump tenham avançado para ajudar a compensar” parte das perdas deste ano – a ACI-NA previu uma queda de 73% no tráfego de passageiros, entre março e junho (o que equivale a uma queda de 53% na primeira metade do ano) e de 37% nos passageiros no ano inteiro, em comparação com os níveis previstos para 2020.

Este ano, os aeroportos dos EUA deverão apresentar receitas operacionais de cerca de US$ 12,3 bilhões – metade do resultado previsto. Além disso, por conta do coronavírus, deverão ter um aumento dos custos operacionais, com procedimentos de limpeza e saneamento, equipe extra e treinamento.

Em outra frente, o IAADFS – entidade que reúne os duty free americanos – pediu aos aeroportos que perdoassem os pagamentos mínimos de garantia das lojas. Já os comerciantes presentes nos aeroportos também estão pleiteando redução de aluguéis.

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Brasília, Viracopos e Florianópolis são os melhores aeroportos do Brasil

Os 20 principais aeroportos brasileiros tiveram 94% de aprovação, entre outubro e dezembro de 2019, de acordo com a Pesquisa de Satisfação do Passageiro, divulgada pela Secretaria Nacional de Aviação Civil (SAC) do Ministério da Infraestrutura nesta quinta-feira (6). Os aeroportos de Florianópolis/SC, Campinas/SP (Viracopos) e Brasília/DF foram considerados os melhores do país em suas respectivas categorias – até 5 milhões de passageiros ano, de 5 a 15 milhões e acima de 15 milhões.

Na comparação com o 4º trimestre de 2018, o índice de satisfação geral passou de 4,39 para 4,49, numa escala que vai de 1 (“muito ruim”) a 5 (“muito bom”). Foi a maior nota média já registrada na série histórica da pesquisa da SAC, iniciada em 2013. Em relação aos outros 37 indicadores avaliados, a “cordialidade e prestatividade dos funcionários do check-in”, na média geral dos 20 aeroportos, foi o que obteve maior nota média (4,72). Já o “custo-benefício dos produtos de lanchonetes/restaurantes” registrou a menor nota (3,00).

Todos os cinco grupos de indicadores tiveram evolução na média geral, na comparação com o mesmo período do ano anterior: “infraestrutura aeroportuária” (+1,6%), “facilidades ao passageiro” (+2,1%), “órgãos públicos” (+0,2%), “companhias aéreas” (+0,6%) e “transporte público” (+1,6%). No agrupamento “infraestrutura aeroportuária”, 15 dos 16 itens avaliados obtiveram notas acima de 4 (“bom”) e 12 indicadores tiveram suas maiores médias históricas nesse trimestre.

EVOLUÇÃO – O novo Aeroporto de Florianópolis, inaugurado no ano passado, teve a maior evolução percentual, na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior: +22,5% na percepção de melhora. Saltou da última colocação (nota 3,90), em 2018, para obter a melhor nota média na categoria até 5 milhões de passageiros ano: 4,78. O Aeroporto de Viracopos, em Campinas, foi o melhor avaliado na categoria de 5 a 15 milhões de passageiros ano, com nota 4,80. Já o Aeroporto de Brasília teve a melhor avaliação na categoria acima de 15 milhões de passageiros ano (4,50).

Os 20 aeroportos pesquisados pela SAC respondem por 87% do total de passageiros transportados no Brasil. No quarto trimestre de 2019, foram realizadas 24.948 entrevistas com viajantes domésticos e internacionais. Para o secretário nacional de Aviação Civil, Ronei Glanzmann, os resultados mostram que o país vem alcançando nível de excelência na infraestrutura, nos serviços e na operação dos aeroportos. “As futuras concessões certamente vão continuar transformando para a melhor os aeroportos brasileiros, com investimentos privados de mais de R$ 10 bilhões nos próximos anos”, afirmou Glanzmann.

Em 2020, serão concedidos 22 aeroportos ao setor privado, incluindo os de capitais como Curitiba/PR, Manaus/AM e Goiânia/GO. Em 2022, outros 19 aeroportos serão concedidos, incluindo Congonhas (São Paulo) e Santos Dumont (Rio de Janeiro).

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